17/3/2009
O adiamento do anúncio das subsedes pode ter outra explicação e não estar ligada às especulações sobre pressão política e mudanças de planos da Fifa. A entidade não deu nenhuma explicação clara sobre o que a levou a adiar o anúncio das 12 cidades brasileiras que vão receber jogos da Copa do Mundo de 2014, e isso deu margem às mais diversas interpretações, como uma possível constatação de que o Brasil não tem 12 cidades em condições mínimas de abrigar jogos do Mundial, e o vazamento de informações sigilosas para a revista Placar, que chegou a publicar matéria “antecipando” a lista oficial.Mas, uma reportagem de Erich Beting e Guilherme Costa sugere que pode não ser nem uma coisa, nem outra. A dupla do site Máquina do Esporte, em São Paulo, vê outra versão sobre o adiamento da escolha das 12 cidades sedes da Copa do Mundo de 2014.A reportagem considera que o problema pode ser o atraso nas obras da África do Sul, sede da Copa de 2010, e que a explicação básica seria a decisão da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) de evitar a criação de pressão sobre os sul-africanos. O país-sede da próxima Copa do Mundo enfrenta muitos problemas com atrasos de obras e a ausência de um clima voltado ao torneio, segundo a própria FIFA. De acordo com a reportagem, no início de março a FIFA fez dois comunicados em tom de alerta à África do Sul sobre a Copa do Mundo de 2010: solicitou alterações no plano de marketing e reclamou da concentração de pedidos de ingressos entre os torcedores de outros países. Os alertas tinham a intenção de fazer com que o Brasil antecipasse a programação de promoção da venda de ingressos para o Mundial de 2014. Ao contrário disso, diante dos problemas no planejamento de comunicação da África do Sul e da iminência do próximo Mundial, o comitê organizador da Copa no Brasil resolveu silenciar. O próprio presidente da CBF e do Comitê Organizador da Copa de 2014, Ricardo Teixeira, que nunca escondeu o sonho de ser o segundo brasileiro a presidir a FIFA (o primeiro foi João Havelange, seu ex-sogro), e, para isso irá contar com os votos dos africanos, claro, teria afirmado que a promoção brasileira só será intensificada após o término da Copa da África do Sul. A reportagem do site paulista revela que a Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústria de Base (Abdib) concluiu os relatórios sobres as 17 cidades-candidata em final de janeiro, deveria entregá-los ao Ministério do Esporte e à CBF em 16 de fevereiro, mas cancelou. E diz não ter data para a entrega.
O adiamento do anúncio das subsedes pode ter outra explicação e não estar ligada às especulações sobre pressão política e mudanças de planos da Fifa. A entidade não deu nenhuma explicação clara sobre o que a levou a adiar o anúncio das 12 cidades brasileiras que vão receber jogos da Copa do Mundo de 2014, e isso deu margem às mais diversas interpretações, como uma possível constatação de que o Brasil não tem 12 cidades em condições mínimas de abrigar jogos do Mundial, e o vazamento de informações sigilosas para a revista Placar, que chegou a publicar matéria “antecipando” a lista oficial.Mas, uma reportagem de Erich Beting e Guilherme Costa sugere que pode não ser nem uma coisa, nem outra. A dupla do site Máquina do Esporte, em São Paulo, vê outra versão sobre o adiamento da escolha das 12 cidades sedes da Copa do Mundo de 2014.A reportagem considera que o problema pode ser o atraso nas obras da África do Sul, sede da Copa de 2010, e que a explicação básica seria a decisão da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) de evitar a criação de pressão sobre os sul-africanos. O país-sede da próxima Copa do Mundo enfrenta muitos problemas com atrasos de obras e a ausência de um clima voltado ao torneio, segundo a própria FIFA. De acordo com a reportagem, no início de março a FIFA fez dois comunicados em tom de alerta à África do Sul sobre a Copa do Mundo de 2010: solicitou alterações no plano de marketing e reclamou da concentração de pedidos de ingressos entre os torcedores de outros países. Os alertas tinham a intenção de fazer com que o Brasil antecipasse a programação de promoção da venda de ingressos para o Mundial de 2014. Ao contrário disso, diante dos problemas no planejamento de comunicação da África do Sul e da iminência do próximo Mundial, o comitê organizador da Copa no Brasil resolveu silenciar. O próprio presidente da CBF e do Comitê Organizador da Copa de 2014, Ricardo Teixeira, que nunca escondeu o sonho de ser o segundo brasileiro a presidir a FIFA (o primeiro foi João Havelange, seu ex-sogro), e, para isso irá contar com os votos dos africanos, claro, teria afirmado que a promoção brasileira só será intensificada após o término da Copa da África do Sul. A reportagem do site paulista revela que a Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústria de Base (Abdib) concluiu os relatórios sobres as 17 cidades-candidata em final de janeiro, deveria entregá-los ao Ministério do Esporte e à CBF em 16 de fevereiro, mas cancelou. E diz não ter data para a entrega.
Fonte: Redação/CGN
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