A reportagem revela ainda que os suplentes, com um todo, são três vezes mais ricos que os senadores. “A maioria nunca se elegeu para um cargo público. Alguns deram dinheiro para a campanha dos colegas. Mesmo sem ter recebido um único voto, eles garantiram o visto de entrada para o Senado com validade de oito anos”, disse.
Apesar da baixa popularidade e de não precisar de voto para se eleger, os suplentes podem usufruir de todas as benesses do Senado quando forem convocados para substituir os titulares. São os 108 suplentes elevados à condição de potenciais senadores pelo eleitor no último dia 3 de outubro.
Fonte: Olhar Direto
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