O senador Jayme Campos (DEM) engrossa o coro dos defensores vorazes do VLT, também capitaneado pelo presidente da Assembleia, José Riva (PSD). Assim como o deputado, Jayme alega que a denúncia de fraude na mudança da matriz de responsabilidade do modal de BRT para VLT, divulgada na última semana pelo O Estado de S. Paulo, pode ter sido “plantada” com a intenção de desgastar a imagem de Mato Grosso. “Tudo foi feito de forma clara, com transparência. Além do mais, a mudança foi acordada entre os governos estadual e federal”, argumenta o democrata.
Jayme frisa que não vê vício algum nos procedimentos de alteração da matriz pelo Ministério das Cidades, principalmente, segundo ele, porque a troca dos modais foi autorizada pela presidente Dilma Rousseff (PT), pelos ministérios das Cidades, sob Mário Negromonte (PP), e dos Esporte, comandado por Orlando Silva (PCdoB).
O senador acredita que o impasse será resolvido com a manutenção da escolha pelo VLT, embora segundo ele a elaboração e entrega da obra deva ser mais demorada. Ele entende ainda que houve diálogo, entendimento e convencimento de que o VLT é o melhor transporte para Várzea Grande e Cuiabá, uma das 12 cidades-sede da Copa do Mundo de 2014. “As matérias publicadas no jornal Estadão com a denúncia de fraude podem ter sido coisa de política, para desgastar o Estado”, reforça.
Na última sexta (25), Riva regiu à denúncia de fraude relatada na reportagem com a alegação de que o lobby pela implantação do BRT, com corredores exclisivos para ônibus, ainda é forte ao ponto de motivar matérias como a do periódico paulistano.
Fonte: RD News
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