A propósito de notícias veiculadas nesta quinta-feira (19.07) sobre atrasos nas obras de mobilidade urbana em Cuiabá, com vistas à Copa do Mundo de 2014, a Secopa divulgou nota informando que todas as intervenções ocorrem de acordo com os cronogramas. A seguir, a nota da Secopa.
"A Secretaria Extraordinária da Copa do Mundo Fifa Brasil 2014 (Secopa) assegurou hoje que todos os procedimentos para a implantação do novo modal de transportes, o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Cuiabá estão em andamento e não há atrasos em relação ao cronograma estabelecido.
Após a conclusão do primeiro processo licitatório de contratação integrada pelo Regime Diferenciado de Contratação (RDC) no país, foi assinado o contrato com o consórcio vencedor e a ordem de serviços emitida no dia 21/06.
O RDC permitiu ao governo estadual realizar a contratação integrada dos projetos básicos, executivos, execução das obras, licenciamentos, fornecimento e montagem de sistemas e material rodante.
As obras devem ser iniciadas em agosto, com as licenças ambientais que já foram emitidas para várias obras de mobilidade dentro do corredor Várzea Grande-CPA.
O consórcio vencedor trabalha na elaboração dos demais estudos de impacto ambiental e complementares, tais como licenciamento ambiental, estudo e relatoria de impacto de vizinhança e estudos sobre o patrimônio histórico e artístico nas áreas centrais de Cuiabá e Várzea Grande.
RDC
O RDC foi criado pela Lei º 12.462, de cinco de agosto de 2011, para agilizar as contratações necessárias à realização da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016. A adoção desse regime é opcional e pode ser usado para obras e serviços de engenharia que estejam previstos na Matriz de Responsabilidade assinada entre a União, Estados e Municípios.
Para financiar os custos da implantação, o governador do Estado, Silval Barbosa, assinou no dia 18.06 o contrato com a Caixa Econômica Federal no valor de R$ 423 milhões, que já haviam sido aprovados para o Bus Rapid Transit (BRT) e serão redirecionados para o VLT.
A segunda etapa da liberação dos recursos deve acontecer nos próximos dias, com a assinatura do contrato de R$ 727,9 milhões financiados pelo Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) por meio da CEF.
O Governo de Mato Grosso entrará com o montante de R$ 110 milhões em contrapartida não financeira (valor das desapropriações), totalizando R$ 1,26 bilhão de investimento."
Após a conclusão do primeiro processo licitatório de contratação integrada pelo Regime Diferenciado de Contratação (RDC) no país, foi assinado o contrato com o consórcio vencedor e a ordem de serviços emitida no dia 21/06.
O RDC permitiu ao governo estadual realizar a contratação integrada dos projetos básicos, executivos, execução das obras, licenciamentos, fornecimento e montagem de sistemas e material rodante.
As obras devem ser iniciadas em agosto, com as licenças ambientais que já foram emitidas para várias obras de mobilidade dentro do corredor Várzea Grande-CPA.
O consórcio vencedor trabalha na elaboração dos demais estudos de impacto ambiental e complementares, tais como licenciamento ambiental, estudo e relatoria de impacto de vizinhança e estudos sobre o patrimônio histórico e artístico nas áreas centrais de Cuiabá e Várzea Grande.
RDC
O RDC foi criado pela Lei º 12.462, de cinco de agosto de 2011, para agilizar as contratações necessárias à realização da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016. A adoção desse regime é opcional e pode ser usado para obras e serviços de engenharia que estejam previstos na Matriz de Responsabilidade assinada entre a União, Estados e Municípios.
Para financiar os custos da implantação, o governador do Estado, Silval Barbosa, assinou no dia 18.06 o contrato com a Caixa Econômica Federal no valor de R$ 423 milhões, que já haviam sido aprovados para o Bus Rapid Transit (BRT) e serão redirecionados para o VLT.
A segunda etapa da liberação dos recursos deve acontecer nos próximos dias, com a assinatura do contrato de R$ 727,9 milhões financiados pelo Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) por meio da CEF.
O Governo de Mato Grosso entrará com o montante de R$ 110 milhões em contrapartida não financeira (valor das desapropriações), totalizando R$ 1,26 bilhão de investimento."
REPORTER MT
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